Hoje meu despertador não tocou. Saí sem tomar café. Fui para a faculdade assistir uma aulinha chatésima. Percebi que meu amigo, que antes imprimia tudo prá mim, imprimiu tudo só prá ele. Lá pelas onze horas meu estômago já estava conversando com o pulmão. Mas, antes de almoçar, eu tinha que passar no banco. Peguei uma gerente pendurada no telefone por trinta minutos. Quando ela resolveu me atender, a impressora não tinha tinta, ela não podia me dar o comprovante. Depois de umas quinhentas tentativas frustradas, a gerente resolveu fazer tudo à mão. Tudo de novo. E eu esperando. Saí de lá correndo. Fui almoçar na padaria. O estacionamento estava entupido. Tive que esperar. Meu cérebro já estava começando a formigar. Subi a escada da padaria e fui me sevindo. Na minha frente, na hora de pesar o prato, um homem pedia aquilo que não é coca-cola. As atendentes tentavam advinhar. Guaraná? Água? Suco? Sprite? até que uma vidente falou: H2O? Simmmm, era H2O. E eu já estava começando a comer a comida com as mãos mesmo. Devorei tudo sem sentir nem o gosto. E ainda, como sempre acontece quando estou com muita raiva, me entupi de chocolate na saída. Cheguei em casa, quis escrever no blog e ilustrar com uma foto, mas este serviço está suspenso momentaneamente. Ufa! Eu continuo, apesar de tudo, porque não tem outro jeito a não ser continuar. Mas, se me permitem, caralho que merda!
Escrito por
Cé
às
14h14
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