Estou aqui, fazendo um trabalho da faculdade, dificílimo e complicadíssimo, para entregar até o fim de novembro. É um assunto ruim, uma dificuldade hercúlea, uma imposição de uma professora louca e arrogante. Ninguém, da sala de 45 alunos, está conseguindo fazer este trabalho com tranquilidade. Ele é de espectro absurdo para qualquer pessoa, mesmo aquela que se intitula gênio, porque não só é difícil como extremamente chato. Quem pode se encosta num grupo, sim, o trabalho é supostamente para ser feito em grupo. Mas eu não consigo deixar o tempo passar para ver no que que dá. Então, estou aqui, arrancando meus poucos cabelos, fazendo careta, tendo cólicas e mandando ver nessa chatisse infernal. Eu me meti nessa enrascada, agora vou aguentar e vou até o fim. De vez em quando venho aqui reclamar.
Escrito por
Cé
às
15h21
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Thank God acabou a palhaçada do hoário político obigatório, eleições e blá, blá, bla. Meus candidatos não foram eleitos, bom sinal. Política não é coisa para ser humano. Agora, vamos na crescente ansiedade para ver a que horas o mundo vai acabar, já que as previsões são as mais catastróficas possíveis. Esse medo deve render algum dividendo para alguém, quem será? Eu sou totalmente avessa as teorias conspiratórias, acho que o acaso é mais poderoso, se não, o mundo já não existiria há muito tempo. Mas, haja paciência para aguentar tanta insensatez. Haja coração para suportar tanta carnificina. Já que a humanidade segue indiferente, poderia pelo menos tentar ser mais gentil e cordial? Minha cabeça é analógica, não passou por adaptação digital. Meu universo tem quintal, praia de areia branca, cachoeiras e espontaneidade. Já disse e repito, não vou me adaptar!
Escrito por
Cé
às
11h20
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