Hoje, enquanto vinha do trabalho para casa, fiquei pensando na Fal. Fiquei tentando imaginar um jeito de levar um carinho prá ela, uma coisa que significasse o quanto eu a adoro. Eu olhava a cidade, as ruas, os carros, o céu tão empoeiado desses dias, as pessoas indo e vindo. Pensava comigo, como a vida continua assim, indiferente, passando? Espera aí. Não. Eu queria que tudo parasse. Tudo. Até que ela se sentisse melhor, mesmo que durasse trezentos anos. Só depois disso, o sol poderia aparecer de novo.
Escrito por
Cé
às
17h20
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Nem sei o que dizer. Soube hoje pela manhã bem cedinho que o Alexandre da Fal morreu ontem. Nessa vida existe uma solução prá tudo, prá tudo mesmo, até saia justa, gafe, prisão, condenação, defeito de corpo, alma e caráter. Só prá uma coisa não tem, a morte. E também não tem nada que se possa dizer ou fazer numa hora dessas. Nem quando se trata de uma pessoa que se ama tanto quanto eu amo a Fal. Na verdade, eu só tô com vontade de encher esse post de palavrão, tipo: porra, caralho, merda, bosta, cú, inferno, etc, que é prá ver se pelo menos protestar resolve. Mas nem isso.
Escrito por
Cé
às
18h03
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