Domingão e meu telefone tocou às 7:45 da manhã. Alguém que eu não conheço queria deixar um recado para outro alguém. Agora, ainda é cedo, mas eu já estou aqui, acordadona. Já fiz tudo que costumo fazer aos domingos de manhã, já li meu jornal, já fiz meu café. Lá embaixo, na avenida, está acontecendo mais uma daquelas corridas em benefício de sei lá o que. As pessoas passam correndo e eu me admiro de tanta disposição logo cedo. Bom, eu também tenho uma série de obrigações a cumprir ainda hoje, que vão roubar o meu sossego dominical. Bem que eu gostaria de, em vez de ter que agradar, ser agradada pelo menos uma vez, por alguém. Tenho saudades desta sensação tão rara. Tô indo....fui.
Escrito por
Cé
às
10h17
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Essa vida é uma eterna chatisse.
Escrito por
Cé
às
23h19
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Ontem foi um dia especial, tão raro de acontecer. Acordei cedo e fui trabalhar. Sim, eu trabalho aos sábados. Depois, voltei para casa, me arrumei rapidamente e fui para a Sala São Paulo assistir ao concerto (sinfonia n.5 de Mahler). A orquestra completa, lindo demais. O ingresso foi presente da Tamiko, minha amiga bibliotecária. Depois do concerto encontrei meus amigos da faculdade e fomos comer pizza. Fizemos a retrospectiva do ano e demos muita risada. Foi bom e tenho que registrar para não me esquecer que de vez em quando uma coisa boa acontece.
Escrito por
Cé
às
21h09
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Tô prá lá de cansada. Quero férias.
Escrito por
Cé
às
22h54
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Se eu pudesse, iria agora mesmo para Londres e passaria pelo menos um ano por lá.
Escrito por
Cé
às
11h08
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Muito providencial o recebimento destes mandamentos, elaborados por Marcelo Pascon. Mandamentos da Internet
#1: Não repassarás emails do tipo "corrente". Você não vai ficar rico, ganhar descontos ou salvar o cachorrinho se repassar um email para qualquer pessoa;
#2: Não enviarás mensagens ou piadinhas em Power Point, elas irritam ao extremo e carregam mensagens de auto-ajuda prejudiciais ao QI;
#3: Não poluirás suas mensagens com centenas de emoticons e outras animações irritantes de qualquer tipo;
#4: Não terás um site ou blog que toca música automaticamente quando acessado;
#5: Não usarás Internet Explorer, principalmente o 6;
#6: Não escreverás ensaios sobre a solidão ou qualquer outro texto existencialista deprê em seu blog ou perfil do Orkut - Ninguém está interessado.
#7: Não acreditarás que qualquer poema ou crônica recebida por email é realmente do Arnaldo Jabor ou do Luís Fernando Veríssimo. E não repassarás este email (vide mandamento #1)
#8: Não clicarás em banners que dizem: "Você é o visitante número 10.000 parabéns";
#9: Não aceitarás propostas de sites que dizem "escanear" sua máquina por erros ou vírus. São todos golpes, sem exceção;
#10: Não enviarás quaisquer mensagem ou email COM O CAPS LOCK ACIONADO O TEMPO TODO! Nem inventarás de usar fontes gigantes e coloridas, sob pena de ser tão ridículo quanto a Xuxa (vide caso da Xuxa no Twitter).
Escrito por
Cé
às
10h15
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
As últimas quatro semanas que passaram foram cansativas demais para mim. Eu estava parecendo um pit-bull de tão mal humorada. Minha carranca não amenizava de jeito nenhum. Mas hoje finalmente me livrei da última prova da faculdade. Estou livre dessa chatisse pelo menos. Passei, terminei mais um ano letivo. Ano que vem é o último!!! Ainda não estou totalmente relax, preciso esquecer, deletar as tranqueiras que permaneceram penduradas no meu cérebro todo esse tempo. Mas valeu!
Escrito por
Cé
às
09h45
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|

Hoje, domingo à tarde, fui ver este filme: Julie&Julia. O filme trata de comida, na maior parte do tempo. Receitas, panelas, fogões. Mas na verdade, (minha opinião), o filme mostra como é bom ser amada por alguém que se entrega sem medo ao amor. Como um ser humano pode misturar, bater, saltear, sovar, assar, refogar, picar, temperar, fritar, reduzir, aumentar sua vida na vida de outro e dar certo. Dar molho, dar gosto. Foi isso que eu vi neste filme, mais do que "a americana que traduziu receitas francesas para a américa", como dizem. Desde que saí do cinema não parei mais de comer.
Escrito por
Cé
às
22h59
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Houve um tempo na minha vida em que eu era dona de casa, isto é, não trabalhava oficialmente fora de casa. Por causa disso, eu me achava um ser inferior. O mundo lá fora parecia ter uma mágica irreconhecível para mim. Um pequeno êxtase inatingível, sei lá. Um belo dia apareceu uma oportunidade e eu fui. Comecei a trabalhar, obedecendo horários, chefes, tempo definido para entrar e sair, essas coisas do mundo "lá fora". Pessoas, muitas pessoas para dar palpite na minha vida, no meu jeito de ser e me vestir, no meu corpitcho, etc. Pessoas para levantar o narizinho e mostrar que tem poder sobre mim, pessoas para puxar meu tapete e rir nas minhas costas. Foi isso que encontrei no mundo lá fora. Um mundinho pobrezinho, cheio de mediocridades, falso até os ossos. E eu, achando que tudo aquilo era o máximo, enquanto não conhecia, enquanto ficava em casa, cuidando de infinitas outras coisas importantes, mas que ninguém dá valor. Rindo e me divertindo com delicadezas da vida, com sutilezas que passam desapercebidas. Se eu tivesse que escolher hoje um dos dois mundos, não saberia ao certo qual dos dois. Acho que teria que inventar um terceiro, onde coubesse de tudo um pouco, de bom. Ou não. Se eu gostasse e acreditasse um pouco mais em mim mesma, em vez de ficar sendo essa boba que acredita no que os outros dizem, aí sim, as coisas melhorariam em qualquer mundo.
Escrito por
Cé
às
11h38
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Ontem vivi uma situação parecida com aquela do filme Baby, o porquinho. Eu estava sozinha, sustentando uma opinião, diante de um bando de ovelhas burras, que andam grudadinhas, em grupinhos e que sozinhas ficam totalmente desnorteadas. Ovelhas velhas e burras, que só repetem o que os conservadores falam. Eu não insisti muito para não gastar minha cabeça em vão, mas, é desanimador. Mesmo sabendo que meus argumentos eram justos, nada pude fazer diante dos balidos. A burrice é mais forte porque só anda em grupo.
Escrito por
Cé
às
09h46
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Hoje, domingo, amanheceu chovendo. Aqui ao lado, na avenida, tinha alguma competição, uma corrida, pessoas correndo na chuva. Eu não sei bem o que está acontecendo comigo, mas baixou a melancolia. Aquela saudade de sabe se lá o que. Acontece nos domingos chuvosos.
Escrito por
Cé
às
10h13
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
O Brasil apagou ontem. Fiquei com medo quando vi tudo escuro e soube que boa parte do país também estava no breu. Pensei no quanto somos vulneráveis. Pensei nos índios lá no meio da selva, muito bem acostumados com a escuridão, para quem nenhuma diferença fez. Tive vontade de ser índio pela primeira vez.
Escrito por
Cé
às
22h54
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Calor, muito calor. Calor não me deixa dormir. Eu, sem dormir, humor zero. Humor zero, vida sofrível. Até quando isso vai durar?
Escrito por
Cé
às
00h33
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
Mesmo quando é feriado, São Paulo continua cheia de gente. Mesmo com aquelas cenas das marginais entupidas de carros saindo da cidade. Hoje fui ao supermercado fazer uma comprinha rápida, mas tudo estava lotado. Dentro do supermercado, uma cena que eu detesto toda vez que acontece: duas mulheres brigando, falando alto, tudo que uma pegava a outra criticava, resmungava. Uma mega chata. É engraçado que esse tipo de pessoa gosta de uma platéia. Quando a chatíssima percebeu que ninguém estava olhando, parou com a ranzinzice. Além disso, tinha um outro cara que chegou junto comigo. O cara fedia de longe. Acho que ele passou os últimos três dias no sofá. Pior que onde eu ía, o cara ía também, com aquele fedor de matar. Afe, vou dormir que dá mais certo.
Escrito por
Cé
às
15h41
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
No começo desse ano, quando fazia muito calor, eu dizia para mim mesma, tomara que chova o ano inteiro. E não é que alguém ouviu?
Escrito por
Cé
às
13h08
[ ]
[ envie
esta mensagem ]
|
|